Ele fê-la sentir viva como há muito não sentia, cuidou dela como não se lembrava de ter sido cuidada, partilhou e pediu-lhe que partilhasse também, coisa que ela já não sabia como fazer.
Mostrou-lhe mundos novos, que até ali ela só conhecia de nome, incentivou os seus sonhos e os seus desejos, apoiou e respeitou as suas decisões de vida.
Ela deslumbrou-se, entregou-se, apaixonou-se. Acreditava piamente num futuro juntos. Parecia que nada nem ninguém os podia abalar. Nunca falaram de amor mas, no modo como "se viviam", ele estava lá!
Com o passar do tempo, foi confrontada com a vida real.. e então, precisou de se encontrar, de se provar que sozinha seria capaz, precisou de fortalecer o amor próprio, de o redescobrir. Esse processo de amor próprio tirou-lhe o espaço para outro amor e o fosso foi abrindo.
Ele teve paciência e compreendeu-a. Quando não compreendeu, aceitou e respeitou como fazia sempre. Sem saber explicar como ou porquê, o sentimento foi desvanecendo nela. Transformava-se num grande carinho, amizade e gratidão.
Talvez ela não saiba receber, talvez não tenha para dar.. 😌
(Post de 02/01/2019)
(Post de 02/01/2019)

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MsdaMor